5 passos para que a tecnologia NAC combata ameaças cibernéticas recentes

As redes empresariais estão em constante transformação, com novas ameaças surgindo diariamente. Para evitar esses riscos, a tecnologia NAC é fundamental, garantindo a segurança e confiabilidade dessas redes.

Em um cenário no qual cibercriminosos estão se tornando cada vez mais sofisticados, manter-se atualizado sobre as tendências e táticas de ataque é um desafio que se agrava com a expansão da superfície de ataque e à medida que novos dispositivos se conectam às redes, todos com alguma vulnerabilidade que podem ser exploradas.

Dessa forma, o controle de acesso à rede (NAC) é crítico para que as empresas definam políticas de acesso específicas e determinem a forma com que os usuários navegam na rede e quais recursos podem utilizar.

O que é a tecnologia NAC?

Gerenciar uma superfície de ataque em constante crescimento exige a adoção de uma abordagem que permita a descoberta passiva de ativos, priorização de vulnerabilidades com base em riscos e a realização da segmentação da rede usando os princípios de confiança zero entre outros.

A tecnologia NAC, portanto, se enquadra nessa abordagem por fornecer uma solução de segurança que permite às empresas limitar o acesso a redes privadas e recursos, impondo políticas em endpoints para garantir que apenas usuários e dispositivos autorizados e em total conformidade tenham permissão para entrar na rede corporativa.

O controle de acesso à rede também conta com recursos para identificar e autenticar a identidade dos usuários e dispositivos antes de conceder acesso, garantir que os dispositivos conectados atendam as políticas de segurança da organização e contem com padrões de segurança específicos, controlar o acesso com base nas políticas da empresa, monitorar e gerar relatórios sobre o tráfego de rede, com insights sobre as atividades e comportamento de dispositivos e usuários e possíveis brechas de segurança.

A implementação da tecnologia NAC pode variar, mas envolve basicamente o mapeamento de dispositivos, criação de lista de acesso à rede, configuração da tecnologia, manutenção de sistemas para mantê-los atualizados e a determinação das permissões.

Por que o controle de acesso à rede é importante?

Mitigar riscos é a função primordial da segurança cibernética, e o controle de acesso à rede é uma das principais práticas para criar uma estratégia de segurança robusta para toda a empresa. A tecnologia NAC fornece uma postura de segurança cibernética proativa e proporciona à equipe de TI maior visibilidade e controle em relação a quem acessa os recursos disponíveis e como esse acesso é realizado, além de contribuir para que possíveis riscos à segurança cibernética sejam monitorados e controlados.

Mas, para que sua postura de segurança esteja preparada para combater ameaças emergentes, algumas etapas precisam ser seguidas:

Saiba quais ativos estão conectados à rede

A base para a segurança da rede está no gerenciamento eficiente de ativos. É preciso saber exatamente o que está conectado à rede, que o utiliza, sua localização e com quem se comunica. Acontece que todas essas informações, que deveriam estar disponíveis em um único local, podem estar espalhadas em soluções de detecção e resposta de endpoints, avaliação de vulnerabilidades ou de gerenciamento de configurações, cada uma inventariando informações sobre ativos e endereços de IP em locais diferentes. Ainda assim, é possível que alguns ativos não estejam sendo gerenciados e permaneçam escondidos em pontos cegos.

Para solucionar esse problema, a plataforma Forescout utiliza mais de 30 técnicas de descoberta ativas e passivas para fornecer à equipe de TI visibilidade completa sobre cada ativo conectado, inclusive aqueles que exigem uma abordagem diferenciada para sua identificação, classificação e avaliação, tudo sem impactar na operação.

Controle o acesso à rede

Controlar quais ativos podem ter acesso à rede é o passo seguinte, mas é importante entender que o controle de acesso não diz respeito unicamente à autenticação, muitos ativos não gerenciados ou sem agente não contam com o conceito de “usuário” ou “identidade” para realizar a autenticação.

Por isso, o controle de acesso precisa ir além da autenticação básica, avaliando a conformidade e a postura de risco do ativo antes de liberar o acesso, monitorando-o continuamente, observando mudanças na configuração, comunicação e comportamento que possam ir contra a política de segurança. A plataforma Forescout permite automatizar e aplicar ações de controle que variam de moderadas a rigorosas, de acordo com as necessidades da organização, e baseadas no princípio de confiança zero.

Limite a movimentação e comunicação de ativos na rede

Invasores buscam por vulnerabilidades que permitam que eles tenham acesso à rede e consigam se movimentar e propagar por ela até encontrarem informações valiosas. A forma de combater esse risco é impor uma política de privilégios mínimos por meio da segmentação dinâmica da rede e controles de acesso que limitem comunicações não autorizadas e reduzam o raio de explosão no caso de uma invasão bem-sucedida.

Para isso, é necessário analisar como os dispositivos se comunicam, mapear essas conexões e implementar políticas que bloqueiem a comunicação por meio de protocolos ou IP, mas sem prejudicar as operações. A matriz de tráfego e o simulador de segmentação da Forescout permitem testar mudanças nas políticas e entender como elas impactam no fluxo de comunicação.

Aproveite as ferramentas de segurança existentes

As equipes de segurança cibernética enfrentam diversos desafios, como a escassez de competências, fadiga de alerta e o esgotamento devido às pressões no dia a dia de trabalho. Para lidar com isso, a área de TI deve buscar a integração de suas ferramentas de segurança para que elas compartilhem informações e executem fluxos de trabalho automaticamente, por exemplo, acionar uma verificação sempre que um ativo transitório se conectar à rede.

Mas também não basta saber que determinado dispositivo existe, é necessário garantir que ele esteja protegido e corrigir suas vulnerabilidades. Por isso, é fundamental implementar uma abordagem baseada em riscos para priorizar esforços.

Automatize a correção e a resposta a incidentes

Se os invasores já usam a automação para encontrar vulnerabilidades, isso significa que a empresa também precisa automatizar a correção e a resposta a incidentes. Isso inclui a correção automática de ativos não conformes para que invasores não possam utilizá-los para ter acesso à rede, por exemplo.

Na arquitetura de confiança zero, o ponto de decisão política (PDP) orquestra a aplicação dos controles de segurança e responde às ameaças. O PDP funciona como um repositório central com as políticas de segurança da empresa, tornando o gerenciamento e auditoria das práticas mais fáceis e buscando informações em diversas fontes para tomar decisões eficientes em cada ponto de fiscalização.

O mecanismo de política flexível da plataforma Forescout fornece modelos de políticas personalizáveis para facilitar a descoberta e avaliação de ativos não gerenciados e automatizar a resposta a ameaças.

Simplifique o controle de acesso à rede

A tecnologia NAC da Forescout permite que a equipe de TI tenha visibilidade sobre todos os dispositivos conectados por IP, realize a avaliação e a correção automatizada da postura de segurança, implemente a arquitetura de confiança zero para proteção de ativos, realize inventário de ativos em tempo real, orquestre fluxos de trabalho com ferramentas de segurança existentes e aplique as políticas de segurança corretas em redes heterogêneas.

A solução de controle de acesso à rede da Forescout monitora continuamente todos os dispositivos conectados, automatizando a resposta quando a não conformidade ou comportamentos incomuns são detectados. Conheça a plataforma de controle de acesso à rede da Forescout. Entre em contato com nossos especialistas e solicite uma demonstração.

A transformação começa agora.

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